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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Nutrição e Culinária Infantil: um blog muito legal!!!

Amei esse blog que fala sobre nutrição infantil. Tem dicas úteis até mesmo para a alimentação saudável para nós "macacos velhos".

Vou copiar um post aqui que adorei:

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Alimentação nos Primeiros Anos de Vida

Costumo comparar a alimentação de uma criança até o segundo aniversário com o alicerce de uma casa, já que esse se não for muito bem feito poderá comprometer toda a construção. Da mesma forma os alimentos que uma criança recebe desde o útero são a base da construção de seu organismo. Seu crescimento, desenvolvimento e saúde dependem diretamente da quantidade e da qualidade dos “materiais” utilizados.

A criança pequena é um ser em crescimento e desenvolvimento muito rápidos, mas em contrapartida possui o funcionamento em processo de maturação. Por isso é mais suscetível a desequilíbrios nutricionais (falta ou excesso de alimentos/nutrientes, geralmente falta de alguns e excesso de outros), apresenta maiores riscos a alergias alimentares e a intoxicações. Portanto é papel dos pais, responsáveis e cuidadores garantir a oferta de uma alimentação equilibrada e segura.

Não há dúvidas de que o Leite Materno seja o alimento ideal para os primeiros 6 meses de vida do bebê. Apesar da modernidade há muitas mulheres que aceitam o desafio e conseguem ofertar ao filho esse que é mais que um alimento, uma proteção a vida em vários sentidos. Entretanto não podemos descartar as alternativas para quando o aleitamento natural não é viável e aí considero os seguintes cuidados essenciais:

- utilizar fórmula adequada a faixa etária do bebê;
- não acrescentar engrossantes ou açúcares;
- higienizar tudo o que seja de uso para o preparo das fórmulas, desde a lata do leite a mão de quem vai oferecer;
- realizar a diluição correta, conforme orientações do Nutricionista e/ou Médico;
- não aproveitar sobras de fórmulas de um horário para outro;
- não preparar as fórmulas com antecedência, mas imediatamente antes de o bebê mamar.

Então, a partir de 06 meses, para as crianças que estiveram em Aleitamento materno exclusivo, ou 04 meses para os que estavam em Aleitamento artificial ou misto (Leite materno + complemento), chega o momento da introdução dos outros alimentos. Há um consenso de que as frutas sejam introduzidas em primeiro lugar, mas não há uma razão biológica para isso e alguns profissionais tem orientado o início da alimentação complementar ao leite com a papinha “salgada”.

São várias também as orientações quanto a forma de introdução: quais alimentos, amassado ou batido, junto ou separado. Abaixo vou relacionar a minha opinião e conduta, mas já colocando que não é a verdade absoluta, mas o resultado dos meus estudos e práticas:

- não há diferença em se começar com as frutas ou verduras e legumes, geralmente inicio com as frutas, mas já concordo com estudos e profissionais que afirmam ser benéfico oferecer primeiro os alimentos menos doces, visando melhor formação do paladar;

- oferecer um alimento por vez e por dia – atendo várias mães que receberam orientação  de oferecer vários alimentos e boa parte dos que seguem essa conduta não tem maiores problemas. Em minha opinião temos melhores chances de detectar um problema de alergia ou intolerância alimentar introduzindo um a um e também a criança conhece cada sabor.

- não dar açúcar, bolachinhas, salgadinhos e qualquer outra guloseima até a criança completar 02 anos. Vários pais vêm me falar que a criança fica olhando, sente vontade, etc e etc e eu já vi, não me falaram, já vi mesmo, pais darem refrigerante para bebês com menos de um ano e até molharem chupeta em cerveja. Isso é absurdo!!! Vou colocar aqui minha vivência de mãe: onde quer que ia levava banana, potinho, garfinho e colherzinha, suco de manga ou de outras frutas e água. Se elas viam a gente comendo alguma coisa era só eu amassar uma banana ou dar na mãozinha delas e pronto, toda a vontade passava. Não lembro se já escrevi isso em outro post, mas quando elas tinham por volta de 1ª6m eu saí de festas logo depois dos Parabéns, pois fiquei com receio de que elas não se contentassem com a bananinha. Excesso de cuidados? Eu creio que não. Uma vez quase que “rodeia a baiana” numa festa porque uma mãe deu refrigerante para elas. Neurótica? Pode ser, mas elas até hoje não gostam de refrigerantes e podem beber um litro se quiserem, quando, é claro tiverem oportunidade, já que em casa não tem. Quanto aos doces, são duas formiguinhas, mas comem até passar a vontade e não até acabar com o que tiverem em mãos ou nos armários. Nas festas elas vêm malucas com aqueles saquinhos de guloseimas, mas no meu armário há vários pirulitos e afins de festas do ano passado quase todo, só não tem mais porque as formigas grandes (eu e a babá) vivemos passeando pelos potinhos de doces.

-sal – pode ser introduzido a partir de um ano, em pequena quantidade, e mais pelo Iodo que pelo Sódio, pois este está presente em vários alimentos, mas nosso solo é geralmente pobre em iodo. Caldos de carne, frango, legumes industrializados – Nem quando a criança tiver 200 anos!

- não bater as papinhas de frutas e “de sal” no liquidificador ou mix – o ideal é amassar com o garfo e com os alimentos separados, para que a criança exercite a mastigação e experimente os sabores diferentes dos alimentos.

- sempre que possível escolher alimentos orgânicos. Eu excluo dos cardápios morango, kiwi e pimentões se não forem orgânicos. Dos outros ainda podemos retirar as cascas que são muito nutritivas, mas contraindicadas por causa dos agrotóxicos. Quanto aos alimentos de origem animal procuro usar o fígado somente se for orgânico também.

- mel – não deve ser oferecido antes do primeiro ano de vida e há indicações de que se deve esperar a criança completar dois anos. Pode haver no mel esporos de uma bactéria chamada Clostridium botullinun, a qual pode atacar o sistema nervoso e ser letal.

- ovo – a gema pode ser oferecida cozida desde os 6 meses, mas a clara somente a partir de 10 meses ou um ano. E não pode dar gemada ou ovo “mole”, pois há o risco de contaminação pela  bactéria Salmonella.

- cuidados com a higiene – em casa é geralmente uma pessoa quem realiza todos os cuidados com o bebê, então o cuidado com sua higiene é fundamental. Na cozinha sempre usar os cabelos presos e um avental sobre a roupa, que deve ser retirado quando se vai a outros cômodos da casa, pegar ou trocar o bebê. E tem-se que lavar muito bem e frequentemente as mãos, com água e sabão líquido de preferência sem cheiro. Usar álcool 70% também é bom, mas não substitui a lavagem das mãos e sim a complementa. O ambiente, utensílios e alimentos também devem ter higiene adequada.

terça-feira, 3 de abril de 2012

A tal da Vitamina "S"

Depois do recente estudo divulgado sobre  a polêmica Vitamina S, descobrimos que nossos avós sempre estiveram com a razão: " Deixa esse moleque brincar na terra!".

"Cientistas conseguiram evitar o surgimento de doenças inflamatórias em camundongos expondo-os a micróbios quando filhotes. Esse é mais um estudo a reforçar a chamada hipótese da higiene, segundo a qual um pouco de "vitamina S" (o S é de sujeira) no início da vida ajuda a prevenir moléstias associadas à regulação do sistema imune, como asma e alergias."
Fonte: folha.uol.com.br


Vitamina 's' em doses certas

Estudo diz que exposição à sujeira doméstica diminui risco de alergias. Será?

Giuliana Reginatto
A cada lambida de Nikimba, um estímulo para o sistema imunológico de Tiago, de quase 2 anos. A cadela e todo animal de estimação saudável poderiam funcionar como protetores contra alergias comuns na infância. A hipótese, levantada por um estudo conduzido pelo norte-americano Dennis Ownby, chefe de alergia e imunologia no Medical College, nos EUA, é recebida com cautela por profissionais brasileiros.

Ao acompanhar os primeiros sete anos de vida de 474 voluntários, Ownby descobriu que as 184 crianças expostas a dois ou mais bichos no dia-a-dia apresentavam metade das chances de ter quadros alérgicos do que as 220 que não conviviam com animais de em casa.

De acordo com a pesquisa, publicada pelo Journal of the American Medical Association, a resistência mostrada por crianças habituadas ao convívio com animais se explica pelo contato com as endotoxinas, substâncias liberadas por bactérias presentes na saliva do bicho - e também na terra , no chão: é a folclórica vitamina ‘S’, de sujeira mesmo.

As endotoxinas seriam capazes de provocar o organismo, estimulando uma ‘tolerância’ a agentes externos. "Às vezes, há mais bactérias no celular e na gôndola do supermercado do que na boca do cão. As crianças de apartamento não tomam chuva, não conhecem lama. Alguns pais têm pavor dessas coisas, o que é um erro", diz o diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), Renato Ávila Kfouri.

Os pais de Tiago, aos poucos, encontram a dose ideal da tal vitamina ‘S’ na vida dele. "Quando Tiago nasceu, fiquei com receio por causa da cachorra. Passava pano com álcool no chão, queria ferver água filtrada. Aos poucos, perdemos a neura", conta Paula Loureiro da Cruz, a mãe. "Agora, ao menos uma vez por semana, ele visita a chácara do avô, põe a mão na terra, na formiga", diz o pai, Rogério Ferreira.

Na opinião da médica Ana Paula Castro, especialista da Unidade de Alergia e Imunologia do Hospital das Clínicas, o estilo de vida urbano das famílias modernas está diretamente relacionado ao aumento das alergias. "Não se trata só do excesso de limpeza. A urbanização está ligada ao sedentarismo, à obesidade precoce. E o tecido gorduroso produz substâncias inflamatórias que estimulam as alergias", diz ela.

Vida esterilizada

Curiosamente, o aumento dos casos de alergias tem acompanhado a profusão de esterilizadores e anti-bactericidas no mercado. Segundo a Organização Mundial de Saúde, nos últimos 30 anos a porcentagem da população acometida por rinite alérgica passou de 15% para 25% e as ocorrências de dermatite cresceram de 5% para 12%. "Fatores ambientais são importantes, mas a genética também conta. Já ao nascer, o tipo de parto e a formação da flora intestinal ajudam a definir a propensão do bebê a ter alergias", ressalta Ana.

Apesar de concordar que o sistema imunológico precisa ser provocado para aprender a responder de forma favorável, Kfouri recomenda cautela ao relacionar alergias com padrões de limpeza. "O assunto é controverso. A exposição a certos antígenos estimula a tolerância imunológica e acredita-se que os efeitos a longo prazo sejam positivos, mas não se pode generalizar. Deve-se buscar o perfil imunológico de cada um para perceber, com bom senso, o que pode ser positivo para ela."

Proteção garantida
* O sistema imunológico é a defesa do corpo contra agressões externas. Ele começa a se formar na gestação, quando os anticorpos da mãe são transmitidos via placenta. Depois, o leite materno passa a ser a fonte principal de anticorpos, seguido pelas vacinas. O ritmo de trabalho das mães modernas, atrelado à diminuição do tempo de amamentação, pode influenciar o desenvolvimento do sistema imunológico do bebê.

E finalmente, a minha parte favorita:
* Sujar-se pode até fazer bem, mas limpar-se depois deve ser a regra. Normas básicas de higiene, como lavar as mãos após brincar com animais, escovar os dentes e banhar-se todos os dias devem ser respeitadas. A chupeta que cai no chão de casa não precisa ser esterilizada. Lavá-la com água é suficiente. Vale ressaltar que o abuso de produtos químicos na limpeza da casa pode ser tão nocivo quanto os antígenos domésticos, como o ácaro.

Fonte: estadão.com.br 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Feijão Japonês contra gases

Olha eu de novo falando de comida! Depois ainda quero reclamar que o Arthur come demais. Mas é  justamente por isso é que me preocupo tanto com a alimentação dessa "Lima Nova" em forma de bebê.

Na época das cólicas sofri demaaaaaiiiissss com o Arthur e depois continuei sofrendo porque algumas coisas que ele come geram muitos gases que o faz até chorar. Uma delas é o feijão, item essencial na dieta de qualquer brasileiro, seja ele baby, teen ou old. Por recomendações médicas devemos comer feijão no mínimo 5 vezes por semana de preferência associado ao arroz que faz a combinação perfeita de aminoácidos essenciais ao nosso corpo. Muito bem! Acontece que meu filho chora todos os dias de dor por causa dos malditos gases que o feijão gera ao fermentar durante a digestão.
Quer dizer, chorava porque com o REVOLUCIONÁRIO, SUPER FEIJÃO JAPONÊS meus problemas ACABARAM-SE!!!
Também conhecido como feijão azuki o pequeníssimo e avermelhado feijão japonês é bem suave, fermenta menos e praticamente acabou com os gases do meu anjinho. Se te interessou leia mais aqui.
 Essa foi uma solução encontrada por mim pesquisando aqui nesse web mundo. Claro que nem tudo o que a gente lê é real, mas nesse caso eu testei e aprovei!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Sobremesa mais saudável

Deus ouviu minhas preces, mais uma vez! Descobri um produto essa semana que simplesmente                 A D O R E I !!!  É que mesmo quando o pediatra do Arthur liberou a tal gelatina na dieta dele, fiquei um pouco receosa de oferecer porque tem muita química, muito corante, aromatizantes que podem causar alergias e tal. E na medida do possível procuro manter a alimentação do pequeno bastante saudável já que ele é comilão e eu acredito que uma boa saúde começa pela alimentação. Dou sempre preferência aos orgânicos, evito industrializados e frituras. Refrigerante  então, só depois que tiver 30 anos. Sou a favor aos doces de frutas como sobremesas  ( sem abrir mão de um chocolatezinho vez ou outra, de pirulito em dia de festa porque afinal ele também é filho de Deus). Enquanto ele aceitar essa vidinha de alimentação regrada, vamo que vamo. Depois a gente vê como faz.

E voltando ao assunto resolvi mudar de supermercado e foi muito bom porque descobri uma gelatina da Dr. Oetker que é perfeita para mamães nóias como eu. É a Minha Gelatina que é enriquecida com polpa de frutas e legumes, não tem corantes artificiais e é feita com açúcar orgânico. Comprei e fiz no mesmo dia e o sabor é totalmente diferente, muito mais suave, sem aquele gosto de ki-suco. A cor também é bem diferente, não tem cara de artificial mesmo não. O Arthur adorou porque ela é bem docinha e refrescante e com esse calorão que tá fazendo nos últimos dias não tem coisa melhor. A gelatina é um alimento importante porque é fonte de colágeno e ajuda a complementar a ingestão de proteínas no cardápio das crianças.


Testada e aprovadíssima!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Manual de 1ºs Socorros para bebês até o 1º ano de vida

 Deixando bem claro que o texto Não é meu , peguei o Post aqui, tá?! Achei nota 1.000 e resolvi compartilhar.  Por mais que a gente não queira precisar, toda mãe acaba precisando.


Manual de Primeiros Socorros – Por Dra. Raquel Guerra
Febre
Se você achar que a criança está quentinha, meça sempre a temperatura com o termômetro antes de qualquer coisa (se você  a levar ao médico dizendo que ela teve febre sem saber de quantos graus foram, ele não vai acreditar)
Conceito básico: FEBRE é temperatura acima de 37,8 º C. Menos que isso é estado febril e é normal. Até dente nascendo pode dar febre.
Se a criança está com febre, antes de qualquer coisa dê algo para ela baixar: dipirona ou paracetamol (Tylenol), sendo 1 gota por peso.
Banho morno para frio também ajuda.
- Criança com febre com MENOS DE UM MÊS —- Pronto Socorro AGORA!
- Prostrada, molinha, sonolenta – PS agora!
- Com manchinhas vermelhas pelo corpo – PS agora!
- De 1 a 3 meses – É bom levar ao médico
- Maiores que 3 meses – observe durante 3 dias alguma mudança (cocô, manchas na pele, gengivas inchadas, dores) se não houver nada, leve ao médico.
Não estranhe se o médico disser que os exames não apontam problema algum e pedir para você voltar para a casa e observar a criança (isso é claro, se ela estiver mais ou menos bem) Um bebê pode ficar até 3 dias com febre antes da causa aparecer.
Resfriado e Pneumonia
Bebê com nariz entupido tem uma baita falta de ar, pois eles respiram basicamente pelo nariz. É só pingar com o conta-gotas, algumas gotinhas de Rinosoro, Sorine ou Soro Fisiológico, principalmente na hora de dormir que melhora horrores.
- Tosse seca, nariz escorrendo clarinho, febre baixa (até 38,5) é RESFRIADO, relaxa que passa sozinho.
- Tosse com catarro geralmente melhora com INALAÇÃO de 5 ml de soro fisiológico e também não precisa se alarmar, passa.
- Tosse com catarro amarelo ou verde, nariz escorrendo amarelo ou verde, febre alta e falta de ar (esta, principalmente) já podem ser sintomas de INFECÇÃO PULMONAR e vale a pena levar ao hospital.
- Chiado ou falta de ar (em qualquer grau) vale sempre ser visto por um médico (no consultório, mas se a criança estiver cansada demais, leve ao PS)
Vômitos
Depois que a criança mama é normal voltar sempre um pouquinho, Vale o clássico mantê-la em pé até arrotar.
Se após toda mamada voltar MUITO ou TUDO, leve ao médico
Diarréia
Conceito básico: cocô normal de criança pequenininha é mole, amarelo (até meio verde) e fedido mesmo.
Diarréia é caracterizada pelo cocô mole como ÁGUA.
- Se nas fezes aparecerem sangue ou muco, leve ao médico
- Criança com infecção intestinal (vulgo virose) não come muito bem, vomita, tem bastante diarréia e pode ficar meio caidinha, com  febre baixa.
O importante é não deixá-la desidratada: ofereça líquidos (soro caseiro, água, suco, chá, leite – vale o que ela aceitar. Se for bebê menor de 6 meses, ofereça só o peito) à vontade, em pequenas quantidades (se der muito de uma vez, é capaz de ela vomitar), o tempo todo, principamente após a evacuação.
 - Sinais clássicos de desidratação: choro sem lágrimas, olho fundo, saliva grossa, boca seca (puxa a chupeta e não faz fio), ficar sem fazer xixi por mais de 4 horas.
- Se aparecer algum desses sintomas e a criança estiver vomitando muito ou aceitando pouco ou nada de àgua, vá ao PS. Senão, tenha paciência que em menos de 1 semana a virose passa sozinha.
Se a criança vomitar 1 ou 2 vezes e estiver aceitando mal a comida ou àgua é porque ela está enjoada mesmo. Vale dar Dramin gotas (uma gota por kg do bebê) de 6/6 hs, máximo de 75 gotas por dia) para melhorar.
Mas não insista se não melhorar nada depois de um dia com Dramin, nem dê se ela não estiver vomitando, senão ela vai dormir o dia inteiro.
Cólicas
Bebê chorando e se contorcendo provavelmente é cólica.
Massagem na barriga (sentido horário) e bolsa de água quente (cuidado para não queimar!) ajudam.
- Também pode dar chá de erva doce (a não ser que esteja só no peito) ou dimeticona – Luftal -, 2 a 6 gotas, 3 vezes ao dia.
- Deitar o bebê de barriga para cima e empurrar suas perninhas (joelhos dobrados) em direção à barriga também ajuda a expelir gases e pode melhorar.
- Se nada melhorar, tenha paciência. Criança tem cólica mesmo, acredite, vai passar.
Engasgamento
Se a criança engasgar, deite-a de bruços (sobre sua perna ou braços) e dê pancadinhas no meio de suas costas. Se ele engasga sempre, leve eo médico.
Pele
Tire sempre toda a pomada e reaplique novamente a cada troca de fraldas. A pomada genérica do Hiplogós é a que contém óxido de zinco e é mais barata.
- Se aparecer uma assadura diferente, com bolinhas vermelhas, pode ser infecção por fungos: coisa boba, é só levar ao pediatra e passar a pomada certa (nesse caso, nistatina)
 - Uma picada de mosquito pode dar alergia e espalhar várias bolinhas vermelhas pelo corpo (como várias picadas). Coça para caramba, então não esqueça de cortar as unhas do bebê. Se mesmo assim ele insistir e chegar a se machucar, ponha luvas.
 - Se estiver se coçando muito a ponto da criança chegar a chorar, você pode tentar xarope de loratadina (para bebês cima de 6 meses) 5 ml 1 vez ao dia, mas atenção, dá um pouco de sono.
- Bolhinhas de água no rosto e no corpo do bebê são por causa do calor, é normal e passa sozinho. Tente usar sabonete neutro, sempre.
- Infecção de pele parece picada mas aumenta rápidamente. Se tiver pus e dar febre: leve ao médico.
-Qualquer outro sinal: manchas, ardências etc, fora do comum: leve ao dermatologista.
Outras Dicas
Higiene
- Limpe o umbigo com álcool e cotonete até ele cair. Mas limpe bem, inclusive por dentro (entre o umbigo e a pele), Não tenha aflição, não dói nada pois a pele está morta.
- Para limpar o ouvido você pode usar cotonete na orelha e por fora do canal, mas NUNCA enfie o cotonete no ouvido da criança (isso vale para pais também) cotonete só serve para empurrar a cera para dentro.
Alimentação
O leite pode demorar até 3 dias para descer, depois que o bebê nasce. O melhor estímulo é colocar o neném para mamar: quanto mais ele sugar, mais leite descerá.
Tente deixar o aleitamento materno exclusivo o máximo possível, o mínimo é até os 6 meses.
Nesse período não dê mais nada, nem água nem chá. E bebês mamam muito mesmo  (normal de 2 em 2 horas) mas só porque o leite é de fácil digestão: não existe leite materno fraco. O bebê só dorme bastante depois de leite de vaca ou artificial simplesmente porque está estufado, como um adulto após uma feijoada, mas não quer dizer que esteja satisfeito.
Se o bico de seu seio rachar, evite lavar o peito com sabonete, exponha-o ao sol e pode molhá-lo com um pouquinho de leite após a amamentação (ajuda a cicatrizar). Dói, mas pode amamentar.

Se seu seio ficar muito cheio pode  infeccionar (mastite) ou empedrar  e dói MUITO.  Portanto, se mantiver muito cheio, tire o leite. Você pode guardá-lo ou doar para um banco de leite. É possível continuar amamentando com mastite, mas procure seu obstetra.
Não é aconselhável que o bebê coma clara de ovos nem peixe (e frutos do mar) antes dos 10 meses

sábado, 31 de dezembro de 2011

A Festa do Arthur

Era uma vez uma mãe que queria uma festa diferente: Eu! Era uma vez também 5 decoradoras que não queriam fazer o tema escolhido por mim. SORTE A MINHA! Assim pude conhecer através de uma amiga  a pessoa que leu meus pensamentos: a Raquel Machado. Junto com a Manuela Simão montaram a mesa mais linda que poderíamos ter nessa festa. Foi então que reunimos uma decoração linda, com lembrancinhas criativas, um cardápio de dar água na boca, o serviço impecável  do pessoal do Manjubinha, a alegria da Palhaça Chocolate e convidados que tornam qualquer encontro em uma super festa e pronto! Conseguimos a festa perfeita!












Coisas que aprendi com essa festa:
1- Festa em casa também pode ser ótima! Ainda mais quando se tem um bebê. O Arthur ficou mais à vontade e quando cansou foi direto pro berço dele.

2- Separar as lembrancinhas ou doces preferidos antes de começar a festa. Pra não correr o risco de ficar sem. Aconteceu comigo.

3- Isolar a festa do restante da casa é uma idéia de gênio! Fiz isso com uma divisória de Tecido Tensionado e foi ótimo dormir com o quarto arrumado e a parte íntima da casa toda limpinha. Um investimento que valeu super a pena!

4- Quem diz que festa de 1 ano não seve pro aniversariante se divertir, erra feio! Nunca vou esquecer a carinha do Arthur quando chegou em casa e encontrou tudo pronto.

É verdade que quem comemora são os pais, afinal o primeiro ano de vida de um filho é algo muito especial cheio de descobertas e aprendizados por todos os lados. Temos mais é que comemorar o fato de atravessarmos juntos esse período de renúncias, noites em claro, preocupações e inseguranças. Mas quando você percebe que fez um bom trabalho, tem mais é que juntar as pessoas especiais e fazer aquela festa! Mesmo que seja só com um bolinho caseiro e muitos beijos na sua cria.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Berço Vertical,como assim??

Assim ó:



















Por: Quartodebebe.net
.
As novidades na vida de uma mãe experiente ou de primeira viagem fazem parte da rotina. Afinal, criar e educar uma criança são desafios que toda mãe experimenta e o dia a dia se torna cada vez mais imprevisível com novas situações e descobertas.
Por isso, quanto mais informações úteis você puder agrupar melhor, pois , na hora de fazer as escolhas comuns na vida de uma mãe ficará mais fácil optar por aquilo que será melhor para seu filho. Mesmo que você esteja nos primeiros meses de gravidez buscar informação é crucial para facilitar seu dia a dia.
A primeira fonte de informação deve sempre ser o médico que acompanha a sua gravidez, ele tem todo o tipo de informação necessária para você e para seu bebê. E quando a criança nasce a tendência é que dúvidas cresçam ainda mais.
Como nós do Quartodebebe.Net buscamos sempre informações úteis para ajudar você nesta jornada, encontramos uma novidade no mercado que promete ajudar seu bebê nos primeiros momentos de sua vida.
A escolha do berço sempre é uma parte delicada na composição do quarto de um bebê, por isso a pesquisa deve sempre ser o primeiro item de sua lista.
Após o parto, ao contrário do que pensamos, o bebê passa por um novo processo, o de adaptação. Dentro da barriga da mãe a criança está protegida e bem servida, pois aquele ambiente foi perfeitamente projetado para acomodá-la e suprir suas necessidades.
Agora, a criança precisa aprender a viver de uma nova forma.
Você se lembra quando aprendeu a andar de bicicleta? Inicialmente, usamos as rodinhas, depois tiramos uma, depois a outra e contamos com a ajuda de alguém até que, finalmente, andamos sozinhos. Este é um exemplo de adaptação. E para facilitar essas mudanças passamos por um processo que nos ajudam a fazer esta transição.

berco cegonha
Este novo modelo de berço promete ajudar recém nascidos de 0 a 5 meses a fazer uma transição de forma mais sutil. Chamado de “Bercinho Cegonha” ele se diferencia  dos demais berços pois seus movimentos são similares ao caminhar das mães. Ou seja, o balançar dele é diferente, pois ocorre verticalmente de forma a facilitar o sono da criança, já que no útero o balanço nina a criança e ela dorme dentro da barriga da mãe sozinha.

berco vertical
Projetado para acolher a criança nos primeiros 3 meses de vida, o bercinho é ideal para ser instalado, inicialmente, no quarto dos pais e depois ser transferido para o quartinho dos bebê. Este berço não substitui o berço tradicional, mas é um facilitador para o desenvolvimento da criança.

bercinho cegonha
Com design moderno, ele ainda possui um visor lateral que facilita os cuidados e deixa a criança sempre a vista da mãe, e sua inclinação possui três níveis diferentes, ideal para crianças que sofrem com refluxo

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Estimulação na dose certa

É muito importante estimular o bebê para que seu desenvolvimento seja adequado à sua idade.
Mas atenção!Forçar a barra pode causar efeito contrário e atrapalhar a ordem natural das coisas.

Veja dicas importantes aqui.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

O Manual de Antigamente

 


 

Guia para mães revela antigas regras de especialistas para bebês



14/11/2011 - da Folha.com
SABINE RIGHETTI
DE SÃO PAULO
No começo do século 20, quando a mortalidade infantil atingia 0,16% dos nascidos vivos (cerca de quatro vezes a taxa atual), a relação das mamães com os bebês ganhou mais atenção.

Isso porque melhorar os cuidados com a criança, especialmente na higiene e na amamentação, poderia reduzir o número de mortes por infecções e outras doenças.

Assim tiveram início os "guias maternos" com discurso higienista na primeira metade do século 20, época em que o mercado editorial brasileiro se expandia.

Onze guias dessa época, pinçados em sebos paulistas, foram revistos pela educadora Maria das Graças Magalhães em sua tese de doutorado defendida recentemente na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Nos livretos, os médicos pregavam que as mães impusessem em casa um ambiente "hospitalar", livre de micro-organismos. A ideia difundida era que uma vida regrada garantiria a saúde e a docilidade das crianças. "Dizia-se, por exemplo, que a mãe não deveria beijar o bebê", conta Magalhães.

CRENDICES

Além disso, boa parte dos pediatras lutava contra crendices populares. Por exemplo, ensinava-se que amuletos não curam e que dar a água do primeiro banho para o bebê tomar não deixaria a criança mais bonita.

"O Brasil é um país multiétnico, com grande quantidade de imigrantes. Há crendices vindas de
todas as partes", analisa a educadora. A especialista, no entanto, não acredita que os guias substituíram as "conversas de comadre".

O que ela observou foi que as mães se apropriaram das informações para fazer recomendações a outras mulheres, suprimindo ou acrescentando dados. A tradição feminina de trocar conselhos é, inclusive, destacada no "Guia das Mãezinhas", de 1937.

O autor, o médico Wladimir Toledo Piza, recomenda que as mães sigam os conselhos médicos no lugar de ouvir as amigas e vizinhas "que ensinam o que não sabem porque não estudaram".

Além dessa imagem das leitoras como "tricoteiras", os guias também consideravam a mulher como dispersiva, romântica e com dificuldade de concentração para leituras contínuas --algo parecido com algumas revistas femininas da atualidade.

MAMANDO NO PEITO

Outro trabalho dos guias maternos era incentivar a amamentação no peito pela mãe --campanha que ganhou forma já no final do século 19.

Nessa época, as mulheres ricas mantinham amas de leite, ou seja, mulheres que tinham dado à luz e que ganhavam uns trocados para amamentar os bebês da elite.

"A preocupação dos médicos era com a transmissão de doenças pela amamentação e com a saúde dos bebês das amas, que ficariam com menos leite", explica Magalhães.

Esse discurso vai mudando conforme o leite industrializado ganha força no Brasil --época em que a indústria de alimentos também passa a produzir guias maternos para divulgar os seus produtos.

A ideia de levar a higiene para casa ensinando as mulheres não foi uma novidade dos guias para as mamães.

De acordo com Magalhães, as professoras da escola normal (para meninas) já educavam as garotas sabendo que elas levariam conceitos de higiene para toda a família.

Mas, no caso dos guias, havia uma proposta de responsabilizar a mulher pelas práticas de higiene. "A figura do homem quase não aparece nos livretos", diz Magalhães.

Isso só muda na década de 1950, quando a mulher ingressa com mais força no mercado de trabalho. Mesmo assim, o homem só aparece nos livretos como a figura que dá a palavra final.


terça-feira, 15 de novembro de 2011

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Nasceu!! E agora?

Orientações médicas que recebi junto com a alta do Arthur mas eu só li direito depois de sofrer um dia inteiro com ele chorando de cólica. E me perguntando por que não me deram um manual.

Alimentação
Leite materno à vontade; oferecendo o peito sempre que o bebê solicitar e não ultrapassando intervalos de 3h. ( O Arthur entendeu 30 min.)
Não amamentar com o bebê deitado; (Faço isso até hoje, meu filho nunca teve dor de ouvido por causa disso. Sorte a minha.)
Para saber se o bebê está mamando um volume bom de leite, preste atenção à quantidade de xixi que ele faz.

Cólicas
Comum até o final do terceiro mês de vida. Aquecer a barriga do bebê e com o aval do pediatra medicar se necessário.
A mãe deve alimentar-se normalmente e beber muita água. ( O pediatra que recepcionou o Arthur disse também para evitar consumir leite e derivados, feijão e refrigerantes. Muita gente foi contra a minha decisão de seguir a risca essas recomendações dizendo que consumir leite era essencial para produzir bom leite. Um belo dia resolvi tomar iogurte e o pequeno até suou frio de tanta cólica L . )


Umbigo
A queda do coto ocorre geralmente até o décimo dia de vida. Enquanto isso não acontece deve-se limpar com álcool 70% em toda troca de fralda.  É normal se ocorrer sangramento discreto durante a limpeza ou após a queda do coto.
Não usar faixa. ( Ai ...mais uma polêmica na minha vida de mãe! Ignorei toda a falação na minha orelha e resolvi seguir a orientação médica. Deu tudo certo.)

Higiene
Banho diário com sabonete neutro
Não usar talcos, perfume e hidratantes ( Na 1ª consulta com o pediatra do Arthur perguntei porque não poderia usar aquele monte de coisinhas cheirosas que ele tinha. O pediatra riu e perguntou: Quem disse que não pode???)
Na troca de fralda, usar água e sabonete, ou algodão ou ainda lenços umedecidos. ( Até o Arthur fazer 3 meses  usei só algodão mas depois que descobri a praticidade dos lenços umedecidos adotei o uso quando saia de casa. Hoje uso quase sempre nas trocas de xixi e quando o cocô é fora de casa. Mas nada melhor que o bom e velho chuveirinho.)
Usar pomada indicada pelo pediatra para prevenir assaduras.

Banho de sol
Iniciar após a alta hospitalar todos os dias só de fralda por 15 minutos antes das 9h da manhã ou após às 16h ( 17h se for horário de verão. É bom proteger a cabeça e os olhinhos do bebê). 
Outras observações ( Que eu não li no dia da alta e depois fiquei fazendo perguntas idiotas)
Quando levar o bebê para 1ª consulta? Agende  no primeiro dia após a alta.
Quando tenho que dar vacina? O bebê já sai do hospital vacinado contra Hepatite do tipo B. E no 1º mês de vida deve tomar a BCG. Depois basta seguir o calendário do Estado.
O teste do pezinho não foi feito no hospital e agora? Ele pode ser feito no hospital que o bebê nasceu ou no posto de saúde até o 5º dia de vida.

Calma, mãe!É normal:
Ficar com o nariz entupido.  Se ocorrer usar soro fisiológico 0,9% em cada narina sempre que necessario. (Isso o Arthur não teve).
Espirros, Soluços e pequenas golfadas; ( Isso o Arthur teve muuuuuuiiitttoooo)
Tem bebê que não arrota. Mesmo assim é necessário deixa-lo em pé no colo por no mínimo 10 minutos para evitar que ele regurgite.
Na menina pode ocorrer secreção vaginal esbranquiçada e as vezes sanguinolenta.







quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Confissões de Mãe (Especialmente para Érica)

Esse texto estava numa revista que ganhei na maternidade no dia seguinte ao nascimento do Arthur. Achei fantástico, maravilhoso! Só queria ter tido a chance de ler antes do pequeno nascer. Por isso resolvi presentear a Érica (seguidora que está a espera do anjo Gabriel) com essa leitura totalmente real e muito útil.

Confissões de Mãe
Por Juliana Sampaio e Laura Guimaraes, autoras dos livros Mothern - Manual da Mãe Moderna (Matrix, 2005) e As 500 melhares caisasde ser  mãe(Matrix, 2007).

 
. . . e então finalmente passaram-se os nove meses e agora ele esta aí, aconchegadinho nos seus braçoos.
No final até que correu tudo bem, e você nem sofreu tanto quanto imagina­va. Mas, confesse pra gente que o que mais nos passa pela cabeça nesse momento sublime é...
E agora?!!!! Junto com cada bebê  nasce uma mãe cheia de dúvidas.  O que fazer com essa pessoi­nha, ao mesmo tempo desconhecida e tão sua? Será que você está mesmo pronta para levar essa coisinha minúscula para casa, depois que receber alta daqui? Será que não dava primeiro para en­sinarem seu bebêzinho a falar, afinal você ainda não tem a menor ideia se aquele chorinho nervo­so é fome, frio ou fralda suja?
Só quem já passou por isso sabe o impacto que é na vida de uma mulher o nascimento do primeiro filho.
Mas não se preocupe; muita gente já passou, inclusive a gente, e, se não te prepa­ram antes para o monte de novidades que de agora em diante vem por aí é porque... bem, vai ver é porque tiveram medo que você desistisse. Mas agora, você sabe, isso não e mais possível, então podemos falar claramente.
Encare a realidade, amiga: uma hora você vai sair do hospital e as pessoas realmente esperam que você leve consigo essa trouxinha chorante. Mas não se preocupe, a natureza e sábia e fez os bebês humanos altamente fofos, justamente para que você se encante tanto com cada dobrinha do corpinho dele que não se esqueça de amamen­tá-Io mais ou menos de três em três horas...
De qualquer forma, você não esqueceria, porque o ser humane recéem-nascido geralmente vem equipado com cordas vocais poderosas, com o objetivo de avisar quando alguma coisa está errada e deixar pais e mães de primeira viagem meio malucos.
Preparada para o que vem por ail Não se ilu­da: é claro que não. Ninguem está. Apesar da in­sistência com que presenteiam crianças do sexo feminino com bonecas de todos os tipos e tama­nhos, para que elas cresçam preparando-se para este momento, esquecem de nos treinar para as adversidades da vida motherna.
Por exemplo, as noites. Até então a noite era aquela parte do dia em que você se jogava na ba­lada, sem hora certa para dormir. Bom, esta parte de "sem hora certa para dormir" não vai mudar muito. De agora em diante, quem faz os seus ho­rários não é você, nem seu chefe, nem o flyer do inferninho: é a criança. Se você tem experiência com ioga e relaxamento, essa é a hora de pôr em pratica aquele momenta oooooommmmmm. Funciona assim: o bebê é pequeno e ainda não consegue encher toda a barriguinha de leite. Então, em intervalos de algumas horas, ele vai solicitar o seu peito, seja chupando o dedinho, gemendo ou berrando mesmo.  Como você está por conta de ser esse laticínio em forma de gen­te, vai prover o alimento. Dê o peito quando a criança pedir. Não fique cronometrando as três horas exatas. Sabemos que você quer ser uma ótima mãe, mas acordar o bebê para mamar é algo, digamos, masoquista. Bom, voltando ao re­laxamento... é assim: como você vai dormir em módicas prestações, é importante (aliás, funda­mental) que consiga ao menos cochilar quando seu bebê dorme. Não importa se a visita está na sala, se é o último capítulo da sua novela, ou se está rolando uma rave no salão do seu prédio. Avise ao pai da criança que você morreu por en­quanto. Deite-se e pense num lago azul e calmo. Relaxe os membros. Quando você conseguir dor­mir, seu filho acordou pra mamar de novo. Nor­mal. Quando você final mente dominar a técnica do relaxamento, ele já vai estar dormindo a noite toda. É tudo uma questão de tempo.
Uma outra questão que costuma aparecer na vida de pais recentes é a divisão do trabalho. No começo não tem muito jeito: você é a única no casal que pode amamentar, não tem como es­capar. Mesmo porque dar de mamar e uma sen­sação deliciosa mesmo. Se tiver problemas no seio, e ficar machucado, procure ajuda médica. Ninguém é obrigado a padecer, nem mesmo no paraíso.
Com o pai da criança ficarão as outras funções que não dependem de peitos, como tro­car fraldas, receber visitas e dispensá-Ias quando você olhar pra ele com cara de exausta.
Mas isso tudo é pra dizer que você não pre­cisa desesperar. Que ninguém nasceu sabendo ser mãe e que todo mundo acabou aprendendo. Você - aliás, vocês - também vão conseguir. E, mais rápido do que pensa, vai esquecer toda a trabalheira, todas as pequenas dificuldades deste comecinho. Porque, muito maior do que o traba­Iho, é o amor absurdo que você vai construindo, aos poucos, por essa trouxinha linda.


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Não se fazem mamadeiras como antigamente...Ainda bem!

É que desde sempre as mamadeiras de plástico possuem em sua composição o policarbonato que contém Bisfenol A.  Parece nome de remédio pra gripe mas não é. O Bisfenol A (BPA) oferece riscos à saúde de bebês porque o corpo deles ainda não tem capacidade de eliminar a substância.
A grande preocupação é com o efeito sobre hormônios sexuais. O BPA poderia provocar puberdade precoce, câncer, alterações no sistema reprodutivo e no desenvolvimento hormonal, infertilidade, aborto e obesidade. Sendo assim, a ANVISA proibiu recentemente a venda e a fabricação desse tipo de mamadeira.

Atenção Mamães: Só comprem mamadeira se tiver uma indocação de BPA Free ou Livre de BPA. Já existem muitas marcas disponíveis no mercado.

Na época em que eu comprei a mamadeira do Arthur me recomendaram a de vidro justamente por não oferecer riscos desse tipo. Mas sinceramente a idéia de usar uma mamadeira de vidro não me soou bem. Desastrada do jeito que sou seria o mesmo que andar apontando uma arma pro bebê.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Papinha

Quem tem bebê e acha que dá trabalho fazer papinha em casa pode contar com algumas opções como "aquela industrializada" sabe? Daquela marca famooooossaa que tem 90 anos de tradição e já caiu nas graças de mães e bebês.
O Arthur já comeu mas não dá pra dizer que é a comida preferida dele.
Eu particularmente ADORO fazer a papinha pro meu bebê mas confesso que senti uma pontinha de inveja de que mora em São Paulo e pode se dar a esse luxo: Papinha Delivery ...orgânica e super saudável tudo de bom!  As vezes a gente tá tão esgotada que uma comodidade dessa seria "o Paraíso" na terra das mães que nele padecem. Alguém se habilita a Plagiar a idéia?

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http://www.emporiodapapinha.com.br/