Pessoal, desculpem o abandono do bloguito mas o computador esteve no SPA, tava estressado de tanto meu marido jogar DOTA. Com esses dias sem computador perdi coisas importantíssimas como a
Semana Mundial da Amamentação 2011 e o
Dia dos Pais mas depois das lágrimas derramadas sobre o calendário já me conformei e resolvi virar a página contando pra vocês sobre a Fase do Carrapicho.
Diz uma amiga minha, que a irmã dela diz e que por sua vez provavelmente ouvia de outra pessoa: "Filho é que nem Vídeo Game, só vai passando de fase." E o meu tá na
Fase do Carrapicho.
Já contei aqui que meu pequeno ama um colinho e que eu amo dar colo pra ele né?! Pois então, de umas semanas pra cá o rebento não quer saber de mais nada na vidinha mansa dele a não ser ficar literalmente grudado e pendurado à mãe.
Chega a ser engraçado: tá com o pai ou com a vó ou com a madrinha ou com o tio enfim...qualquer pessoa tá bom desde que não me veja. É só eu passar num raio de 1 km de distância e o radar do bichinho detecta a presença da "teta". É incrível! O equipamento dele nunca falha! Errou quem me disse: " a tendência natural é ele ir mamando menos". Ledo engano. O tempo só fez ele descobrir que o peito serve pra saciar a fome, coçar a gengiva, acalmar a irritação, se sentir seguro em ambientes estranhos, me manter por perto sempre que ele desejar, auxiliar para eliminação de gases etc.
Brincadeiras à parte a verdade é que o Arthur está atravessando uma época que todo bebê passa:
a terrível dor da separação. Nessa idade (por volta dos 8 meses) o bebê começa a perceber que ele e a mãe são pessoas distintas e isso o deixa confuso, ansioso, agitado.
Leia aqui para entender melhor As Quatro Crises de Crescimento.
A Boa Notícia: é normal!
A Má Notícia: a brincadeira tá só começando...vem muito mais por aí.
Enquanto isso vou aprendendo junto com ele como funciona esse relacionamento tão lindo entre mãe e filho.
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Foto: Anne Guedes |